O hype de patrocínios está escondendo o que realmente gera loyalty em telecom?
08 04, 26
No playbook global de telecom, patrocínios corporativos são o grande movimento estratégico.
Alta visibilidade, alto prestígio e, cada vez mais, alto investimento.
Nos Estados Unidos, operadoras fazem parte do cenário urbano. O AT&T Stadium é casa dos Cowboys, a Verizon domina transmissões esportivas e entretenimento ao vivo, e a T-Mobile transformou sua arena em Las Vegas em um polo cultural global.
Globalmente, o cenário se repete, com operadoras patrocinando desde a Premier League até a Fórmula 1.
Globalmente, o cenário se repete, com operadoras patrocinando desde a Premier League até a Fórmula 1.
Esses investimentos geram reconhecimento, confiança e alcance massivo. Mas, com o mercado saturado e o crescimento desacelerando, surge uma pergunta mais relevante: um nome em estádio é suficiente para reduzir churn ou estratégias mais impactantes estão sendo ignoradas?
Por que o patrocínio funcionou no começo
Com redes cada vez mais parecidas e planos ilimitados virando padrão, era necessário criar um novo território de marca.
O patrocínio permitiu conectar a marca com o que realmente importa para as pessoas: esporte, música e comunidade.
Isso trouxe três grandes vantagens:
- Conexão humana: levou a marca além da conta mensal para dentro da experiência do consumidor;
- Status icônico: transformou espaços como a O2 Arena em destinos de marca;
- Valor emocional: criou conexão e identificação que métricas técnicas nunca conseguiriam gerar;

O gap de loyalty na economia de assinatura
A decisão de permanecer ou trocar acontece no dia a dia, ao longo de 365 dias de experiência.
Mesmo os patrocínios mais bem-sucedidos têm limitações claras:
- Baixa frequência: um cliente visita um estádio poucas vezes por ano;
- Limitação geográfica: um patrocínio local não impacta toda a base;
- Momento de decisão: quando surge uma oferta melhor, um logo na camisa dificilmente muda a escolha;
Patrocínio constrói visibilidade. Loyalty se constrói com relevância contínua.
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Onde o loyalty ganha no dia a dia
Essas marcas focam em fazer o cliente se sentir reconhecido e recompensado, muitas vezes apenas por continuar usando o serviço. Ao priorizar conveniência, frequência e relevância, passam a fazer parte da rotina do cliente e aumentam o vínculo com a marca.
O que aprender com setores de alto churn
Serviços financeiros são um ótimo exemplo:
- American Express: transforma recompensas em parte do estilo de vida
- Bilt Rewards: transforma aluguel em um motor de engajamento
- Vitality: conecta recompensas a hábitos de saúde
- Revolut RevPoints: integra recompensas ao uso digital do app
Bancos tradicionais também avançam, combinando cashback com benefícios do dia a dia para gerar valor prático e emocional.
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Uma estratégia equilibrada para retenção
Além disso, programas de loyalty trazem dados valiosos, permitindo otimizar continuamente a estratégia, em vez de depender apenas de descontos.
Ao direcionar parte do investimento de marketing para loyalty, as marcas criam uma diferenciação mais pessoal e menos promocional.
É nesse momento que deixam de ser uma utilidade e passam a ser parte do estilo de vida do cliente.
Por que a TLC Worldwide
Na TLC, vemos os melhores resultados quando loyalty é pensado de forma integrada.
Há mais de 30 anos, ajudamos operadoras a criar programas mais relevantes, personalizados e escaláveis, não apenas como recompensa, mas como solução para desafios reais de negócio.
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